tubarão, coelho e machado

O tubarão de Damien Hirst pode não ser um Van Gogh, mas já ficou como um símbolo de nosso tempo. Não me peçam a explicação. De resto, eu também não saberia dizer por que a “Mona Lisa” tem mais aura do que, por exemplo, “As Fiandeiras” de Velázquez.
O tubarão vale aquela fortuna toda? Acho que não; em “The $ 12 Million Stuffed Shark” (Palgrave-Mc Millan), o colecionador e especialista em marketing Don Thompson analisa, de forma desencantada e objetiva, a lógica econômica, altamente heterodoxa, do mercado de arte contemporânea.
Termino com uma

 Artigo de Marcelo Coelho ”O valor do vale-tudo”, coluna da Ilustrada, Jornal Folha de são Paulo, 20 de janeiro de 2010. Link para o Artigo Completo 

Ilustra o post obra do artista Sérgio Machado.