convite BALLET
E viva a realeza do cerrado! Pena que a era de ouro da nobreza e todas as suas “mínimas” possíbilidades já rola escada abaixo desde o começo do século XX. Olha a gente tentando uma posição que, além de não ser nossa, não é de mais ninguém, ou talvez de pouquíssimos retardatários das amplas, públicas e democráticas relações arte-cultura.
Assistir ao Bolshoi como uma produção artística da humanidade (maravilhosa, com certeza), como tantas outras que existem, é uma coisa, agora permanecer perpetuando relações de nobreza e superioridade, tendo o balé como representante deste lugar, não está com nada. Já caiu há muito… ô conservadorismo e provincianismo chulé deste Estado. Em relação a arte e a dança então, nem se fale!
Saudações plebéias,
Luciana Ribeiro