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uma cidade mineira

Casarão construído por escravos em 1880. Possui instrumentos de tortura e trato com escravos no porão. Pertenceu a Albino José Alves ( iniciais na porta – político Delfinenese ), foi sede da Prefeitura. Não são permitidas visitas.
 foto: geraldo luiz

HISTÓRIA DE DELFIM MOREIRA/MG
Chamou-se a princípio de Itajubá. A referência histórica de 3 de Novembro de 1723, é uma declaração do padre João da Silva Caualo que afirma que entrou nas minas de Itajubá com Geraldo Cubas Ferreira; daí a um mês, entrou Gaspar Vás da Cunha, que o induziu a seguir para as minas do Sapucaí.
Em 19 de Setembro de 1749, as minas de Itajubá ficaram subordinadas ao governo de Minas.
Em 27 de Março de 1752, foi concedida pelo 2º Bispo de São Paulo licença para altar portátil e para ereção da capela.
Em 8 de Setembro de 1753 era criado o curato e designado o primeiro cura, padre Antônio da Silveira Cardoso.
Antônio Garcia Velho comprou o sítio de João Valente da Silva, em 1757 e, 3 anos depois, doou-o a Nossa Senhora da Soledade, padroeira da freguesia de Itajubá
Em 24 de Novembro de 1762 foi criada a freguesia.
Exaurida as minas de ouro, entrou Itajubá em decadência. Começou a emigração dos moradores para outros pontos. Surge o povoado às margens do Rio Sapucaí, arraial da Boa Vista, onde, em 1819, Francisco Alves constituíra patrimônio para a igreja que se construísse. Em 1822, já havia um bom número de casas e estava pronta a capela. Em 4 de Outubro de 1822 foi autorizada a benção.
Primitivo povoado continuou com o nome de Itajubá Velho ou Soledade de Itajubá. Havendo perdido as regalias de paróquia, em 1832, reconquistou essa condição em 30 de Novembro de 1842, com o nome de Soledade de Itajubá.
Em 17 de Dezembro de 1938, foi criado o município com a denominação de Delfim Moreira, desmembrado do município de Itajubá.

rosa metálica

trabalho da artista paranaense, Olga residente nas Minas Gerais…
Obrigada pelo presente de Natal!

foto: cristiano oliveira

arte de rua

pérolas urbanas de Belo Horizonte…
grafite no Bairro de Lourdes…

instituto de arte contemporânea

isto é INHOTIM
isto é Brasil…

 foto: Gustavo Oliveira

cartão de natal

Informamos à todos que a POTRICH galeria de arte contemporânea entrará em recesso a partir do dia 18 de dezembro de 2009, apenas retornando suas

rodrigo flávio

museu de arte de britânia

edital da FAV

inconsciente coletivo 2

 Um convite que nos chegou semana passada me chamou a atenção… Não pelo tema  em questão, pois se tratava do lançamento do livro O Condomíno Absoluto, de Carlos M. Teixeira. Mas sim a imagem que o ilustrava, proposta em 1999, por Yogi Maharishi em parceria com o empresário Mário Garnero. A geometria evidente no desenho em pequeninas proporções, se transforma num conjunto de possíveis aglomerações de  construções…
Ao vasculhar a grande papeleira onipresente em nosso escritório, me deparei com um catálago desenhado do artista mineiro, Fernando Lucchesi. Coinscidentemente datado no ano de 1999. A geometria de Lucchesi é seu cartão de visitas, sua referência barroca e evidente influência construtivista, que se reflete como uma abstração às grandes torres das antigas catedrais e seus candelabros.
No estreito elo que se estabelece entre artes plásticas e design, volto aos nossos queridos Fakers… Moçada integrada na weblife e, constantemente interada aos mais avançados programas de informática do mercado. O que me surpreendeu foi analisar num minúsculo desenho de Sophia Pinheiro características geométricas que se assemelhariam aos demais artistas citados.
Recentemente escrevi no post passado sobre o  inconsciente coletivo  e retorno numa mesma sugestão sem compromissos com a demanda conceitual vigente da teoria das Artes… Num universo tão extenso e com o advento da internet, como o recurso mais rápido de informação é  natural acreditar que, ela é hoje, o mais democrático e coletivo meio de consciência…

mais novos talentos

Olá!!
Como estão!!?
Esta é uma das telas que foram selecionadas para o novos valores da fundação jaime camara.

Foram três telas ao todo, todas acrilica sobre tela.
Todas seguem a mesma linha do abstracionismo geométrico, com referencias na arquitetura urbana.

Abraço.

Obrigado.

Santhiago Vieira